“Tinha uma grande expectativa de como seria minha primeira participação na JMJ. Foi importante a preparação para a jornada como experimentar vender rifas para levantar a grana e ser rejeitado muitas vezes quando eu e outros jovens tentamos vender, mas sempre pensando que o mais importante seria a palavra que receberíamos do Papa e que valeria a pena tudo isso.

Vi a providência de Deus na mudança do local em cima da hora, pois mesmo assim Ele permitiu que estivéssemos alegres e que privações como dormir na calçada, precariedade dos banheiros e frio não nos tirasse a ansiedade de ouvir uma palavra do Santo Padre.

Uma parte da homilia do Papa me tocou quando ele disse aos jovens: ‘Jesus Cristo conta com vocês! O Papa conta com vocês!’ (referindo-se a ir e anunciar o evangelho com a vida, aos que necessitam).”

 Paulo Guilherme Lorevice, 22 anos, estudante

 

“Todo o tempo de preparação para a JMJ foi muito importante.

Quando começamos a acolher os peregrinos poloneses em nossa paróquia a princípio imaginei que teríamos grandes dificuldades com o idioma e com as diferenças culturais, mas em pouco tempo parecíamos todos da mesma nação, onde a união ao redor da mesa da Eucaristia nos fazia um só corpo e a linguagem do amor a Jesus Cristo nos unia de uma maneira inacreditável.

 Ao chegar ao Rio, nos deparamos com milhões de pessoas que, com suas diferentes dificuldades, realidades e culturas, se uniam em busca de um único objetivo: ouvir o que Cristo tinha a nos dizer.

Além da humildade e simplicidade com que o Papa se fazia presente, me chamavam a atenção suas palavras sempre de ânimo, carinho e acolhimento. De tudo o que foi dito, trago no coração a seguinte declaração do Santo padre: ´Queridos jovens, vocês não estão

sozinhos…a Igreja está com vocês.. o Papa está com vocês´.

Para mim,ouvir isso foi muito importante, pois muitas vezes os meios onde convivo, os amigos, colegas de trabalho e as situações cotidianas me fazem pensar que estou remando contra uma forte maré, onde as pessoas não acreditam mais no amor de Deus.

Ouvir essas palavras de esperança do Papa me deram um forte ânimo para seguir defendendo e testemunhando minha fé no mundo.”

Amanda Kelly Durici,30 anos, Secretária Executiva

 

“Deus proporcionou-me a graça de participar da JMJ e mais do que isso, a graça de servir como Voluntário.

Posso afirmar que essa foi a melhor experiência da minha vida, principalmente por ter vindo ao meu encontro num momento de crise de fé. Por um tempo vivi numa inércia muito grande, vivendo a Igreja apenas como preceito, e na semana que antecedeu minha viagem para a Jornada, senti que Deus me preparava algo e nessa esperança parti para o Rio.

Foi realmente uma vivência grandiosa. Logo na chegada a fila de 10 horas na Catedral foi o primeiro sinal do que me esperava. A primeira obra que senti foi justamente essa: Deus me deu a oportunidade de me tornar mais paciente.

De lá, segui ao alojamento: uma igreja, onde tive a oportunidade de estar em constante oração. Durante os trabalhos, sentia uma alegria muito grande em estar a serviço da Igreja, a serviço do próximo, e via essa mesma alegria no rosto de cada irmão que trabalhava

comigo. Pude, nesses irmãos, contemplar o rosto de Cristo.

Estar próximo ao Papa foi uma sensação muito forte, mas muito maior foi o impacto causado por suas palavras e gestos. Muito me emocionei ao longo dessa Jornada, principalmente durante os atos centrais em Copacabana. O silêncio que se propagou nas areias durante os momentos de oração passava um bem-estar indescritível.

 Foram muitos os presentes concedidos por Deus, e por isso sou eternamente grato. Sinto que cabe agora colher os frutos, e, sobretudo dar os frutos dessa experiência, pedindo a Deus sempre me manter nesse mesmo Espírito, a fim de viver como cristão e cumprir o mandato de ir e fazer discípulos entre todas as nações, primeiramente sendo um discípulo”.

 Felipe Herminio Fausto, 18 anos, estudante

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